terça-feira, 18 de agosto de 2009

Meio King Kong ...meio Almodovár !

Já parou pra pensar quantos macacos vivem por ai ...
sem mãe , sem paradigmas , sem dogmas , sem drink's.
E que sim , eles seriam imaginados por nossos cineastas
como gigantescas criaturas escaladoras de prédios colossais!

Afinal de contas ... não existe teatro na selva ...
nem cinema que nos amole ... nem midia que nos judie.

Quando eu vou no museu ,imagino eu sendo um quadro
e um quadro me sendo ...
Sou um cesto de frutas, uma natureza morta ...
mas com a peruquinha "roxa cocô" no topo de mim frutas.

Já o quadro sairia pela porta da frente ...
entraria num bar ...
pediria café ...
e ao entrar na boca da rua ...
um caminhão se fundiria a mim carro.

Corta!

E porque também a porra do macaco gigante
foi se apaixonar por uma loira gostosa ?!
Porque não por uma gorda tosca??
ou por uma mulata do Sargentelli??

Deve ser por isso que Hollywood é banhado por loiras,
cocaína e gordura hidrogênada ...
O preço da fama ... é um engordar precoce!
Nelson Ned que os diga ... nasçeu anão e morreu barril!!!

Esixte um contraste entre o gorila, a imagem, a tela e você ...
uma história ...uma histeria...
entre o mim quadro, o mim natureza morta e o mim.
Mas nada se compara aos megalomaníacos efeitos visuais ...

Tá gravando?!

2 comentários:

  1. Tô até agora tentar achar o "roxo cocô" na palheta de cores do photoshop.

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